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Álcool gel não é salvação

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Desde o surgimento da gripe Influenza A H1N1O, conhecida como gripe suína, houve uma massificação do uso de álcool em gel para assepsia das mãos. Agora, com a superbacteria, essa onda voltou com mais força. No entanto, o mau uso destes produtos, segundo o infectologista Ivens Scaff, é um dos principais responsáveis pelo surgimento de bactérias mais resistentes. “O uso de álcool para assepsia das mãos não deve substituir a limpeza com água e sabão, e, sim, complementar”, explica o médico.

As opções existentes no mercado são muitas. Há diferentes tamanhos de embalagens, formatos variados e aromas diferentes para agradar aos mais diversos gostos. Para quem não abre mão do recursos, a indústria criou embalagens em tamanhos pequeno para ser transportado em bolsas ou necessaires. As fragrâncias também incrementam as vendas.

Tais produtos podem ser utilizados para diversas necessidades. Para eliminar o suor, para dar boa textura as mãos, ou também, para eliminar impurezas ou bactérias. Vale a pena lembrar, que o álcool em gel higienizador não cura nenhuma enfermidade.

Para a classe médica, a movimentação em busca destes itens significa uma conscientização para a futura prevenção de certas doenças. No entanto, aplicá-lo uma vez ao dia não significa estar totalmente protegido. Depois que o álcool evapora a pessoa já está sujeita a nova contaminação.

Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, o álcool em gel é tão eficaz para limpar mãos quanto água e sabão. Entretanto, alguns cuidados devem ser tomados. Quantidades exageradas podem levar ao ressacamento da pele. Embora não seja um produto inflamável, é importante seguir o modo de usar recomendado na rotulagem do produto.

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