Secretário de Radiodifusão quer que público avalie a qualidade do serviço

O secretário de Radiodifusão do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Elifas Gurgel, afirmou que pretende criar instrumento para que o público tenha condições de avaliar o serviço da radiodifusão. A ideia, segundo o secretário, é desenvolver uma pesquisa semelhante à que hoje ocorre no setor de telecomunicações, que avalia a qualidade percebida pelo usuário. Gurgel, no entanto, não falou quando irá iniciar o trabalho neste sentido.

“É importante saber o que as pessoas pensam do setor de radiodifusão para poder desenvolver a política pública para o setor. Além disso, a legislação do segmento é da década de 60 e precisa ser revisitada”, afirmou o secretário, que nesta segunda-feira, 18, participou da reunião do Conselho de Comunicação Social do Congresso Nacional. O secretário também destacou a realização do I Fórum da Radiodifusão, promovido pelo MCTIC, em fevereiro, e que a pasta trabalha para resolver os gargalos do setor, especialmente em pontos como o convívio com a publicidade nas mídias sociais e a relação entre as rádios comunitárias e comerciais.

No que se refere especificamente às rádios comunitárias, tema de projetos de lei que estabelecem ampliação de potência e canais, além liberação de comercialização de propaganda, Gurgel afirmou que “o aumento de potência vai trazer necessidade de rever organização do espectro, especialmente nas grandes cidades. Além disso, significa risco de interferência entre nas rádios comerciais e também nas emissoras comunitárias”.

Vale lembrar que o Conselho de Comunicação já emitiu parecer contrário aos projetos sobre Rádios Comunitárias que tramitam no Congresso Nacional.

Fonte: Tela Viva, por André Silveira

Rádio é o meio com maior credibilidade junto à população, segundo pesquisa XP/IPESP

Rádio é o meio com maior credibilidade junto à populaçãoA corretora de investimentos XP contratou o Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe) para avaliar a aprovação popular do presidente Jair Bolsonaro e da credibilidade dos meios de comunicação. No levantamento, o meio Rádio foi o que conquistou maior aprovação de credibilidade entre os entrevistados, com 64% apontando como meio confiável.

A pesquisa foi realizada entre os dias 11 e 13 de março e abrangeu mil entrevistados pelo telefone. O relatório do XP mostra que para 72% dos entrevistados, Facebook e WhatsApp só divulgam notícias falsas. Somente 12% acreditam que o WhatsApp tem notícias verdadeiras.

No Twitter, 52% avaliam que tudo que é postado é falso e 16% que é verdadeiro. Segundo os entrevistados, o Instagram tem 17% de notícias verdadeiras e 55% de falsas.

A pesquisa XP/IPESP apontou também que blogs e sites de notícias e os portais de notícias na internet estão melhor avaliados. Para 28% os blogs e sites postam notícias verdadeiras. Já 32% acreditam nos portais de notícias.

O meio com maior credibilidade é o Rádio com 64% que acreditam que ele fala a verdade. Já 19% responderam que não acredita nas notícias do Rádio.

A televisão e o jornal impresso estão empatados com 61% dos telespectadores e dos leitores acreditam que nestes meios as notícias são verdadeiras; 28% (TV) e 24% (jornal) afirmam que as notícias veiculadas nestes meios são falsas.

GráficoFONTE: TUDORADIO.COM

Ministro do TSE intima produtores sobre shows de Roger Waters no Brasil

Roger Waters
Foto da internet

TSE

O ministro Jorge Mussi , do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), aceitou na noite de sábado o pedido de Investigação Judicial Eleitoral (Aije) movido pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL), contra o Fernando Haddad (PT), Manuela D´Ávila (PC do B) e dois diretores da empresa T4F Entretenimento, produtora responsável pelos shows do cantor Roger Waters no Brasil.

No despacho, o magistrado determinou a notificação das partes sobre a acusação de que os shows de um dos fundadores da banda Pink Floyd no Brasil teriam configurado abuso de poder econômico contra o candidato do PSL. A partir da análise das manifestações das defesas, o ministro pode decidir dar ou não seguimento à investigação.

Em apresentações no país, o músico chegou a fazer manifestação contra Jair Bolsonaro em uma relação de políticos “neofascistas’ e ditadores de vários países do mundo. Além disso, o músico exibiu nos telões de seus shows a expressão #elenão, criada contra o candidato do PSL. Após polêmica, escreveu “ponto de vista censurado”.

Para os advogados da campanha de Bolsonaro, os atos teriam configurado propaganda negativa contra o candidato. Além disso, os advogados citam a suspeita de que os shows teriam utilizado verbas públicas pois o ministro da Cultura Sérgio Sá Leitão afirmou em seu Twitter que Waters teria recebido R$ 90 milhões para sua turnê no país.

Com base nisso, alegam os defensores de Bolsonaro, os atos do músico, que é conhecido pelo teor político de suas obras e críticas a regimes autoritários, teriam sido “premeditados” com “o explícito propósito de denegrir sua imagem e causar nos telespectadores/fãs uma forma de repulsa, pela evidente campanha negativa, o que não condiz com a realidade”.

Fonte: https://www.emaisgoias.com.br

Manual do locutor – Técnicas para noticiar

Manual do locutor – Técnicas para noticiar

Manual do locutor - Técnicas para noticiar

Manual do locutor – Técnicas para noticiar, vai te dar boas ideias de com apresentar notícias em sua programação.
A programação jornalística de rádio pode expressar-se em várias formas de apresentação.
Vejamos as principais:
Nota: texto pequeno, de cinco a oito linhas, com informação rápida e objetiva, para ser lido em intervalos da programação musical. É uma forma de manter o ouvinte atualizado sobre assuntos variados.
-Boletins: textos com notícias sobre um mesmo tema. Geralmente são breves e regulares, e apresentados durante a programação, como forma de acompanhar um evento. Por exemplo:
-Depois de quase, dois anos de obras, o estádio municipal da cidade, vai ser inaugurado neste próximo dia 25 de setembro – dia do esporte às três horas da tarde. Confirmaram presença: Rogério Seni, Cláudio Silveira, Edmilson e João Toldo.
Desde cedo, o radialista deve desenvolver a escrita de boletins:
-Informando sobre situação das estradas;
-Dando a previsão do tempo;
-Transmitindo informações de eventos ao vivo;
-Divulgando fatos de utilidade pública.
– Jornal falado: é a reunião das principais notícias do dia ou da semana. Pode durar de cinco a trinta minutos. O jornal falado tem divisões bem definidas, com a apresentação de notícias locais, nacionais, esportivas e culturais. O ideal é que o jornal seja lido por dois locutores: isso dá mais ritmo e agilidade às notícias e evita a monotonia.
– Manchetes: as três ou quatro notícias mais importantes merecem destaque na forma de manchetes (frases com apenas uma linha). Elas abrem a edição de um jornal falado e anunciam para o ouvinte os principais fatos do dia.
Exemplo de manchetes:
“Terremoto arrasa o Japão esta madrugada”.
“Taxa de juros em alta pode retrair o consumo”.
“Cientista brasileiro termina o mapeamento do DNA humano”.
Comentário: é a opinião de alguém que conheça bem o assunto que comenta. O comentarista influência o ouvinte. Um comentário nunca é neutro: sempre servirá para emitir um juízo de valor.
Música, som e efeitos especiais são importantes no rádio. Compensam a limitação do veículo, que utiliza um dos nossos sentidos. Os recursos sonoros no rádio colaboram para a criação de “imagens” auditivas.
No momento em que apresentar um noticiário observe os seguintes detalhes:
-Procure tomar líquidos antes da locução, tais como: Chá, Café ou suco de frutas. É preciso manter as cordas vocais sempre umectadas durante a fonação.
-Leia o texto pelo menos três vezes.
A primeira vez para certificar-se do assunto abordado no texto da matéria, porque é preciso conhecer o tema para não ser alegre ou descontraído em notícias sérias ou vice-versa;
A segunda vez para  identificar a existência de nomes estrangeiros, palavras de difícil pronúncia ou a presença de números ou cifras;
A terceira para definir sua modulação, projeção de voz e ritmo de leitura;
-Fique atento ao roteiro e aos sinais do operador de áudio, caso você não opere a mesa durante a leitura do texto. A sincronia da técnica com a locução são muito importantes no rádio jornalismo. Fica muito mal no ar você chamar uma matéria e entrar outra;
-Pronuncie corretamente seu texto, definindo bem a pronuncia das palavras, principalmente naquelas terminadas com “S” ou “R”;
-A interpretação e a entonação das palavras durante a leitura da notícia devem ser bem feitas, na forma correta, para que não se perca o sentido ou se cometam exageros.
-Realce bem o final das frases do texto, fazendo um breve intervalo, à fim de que o ouvinte não misture os assuntos contidos na notícia que vem a seguir. Se houver trilha de fundo, uma breve elevação do áudio entre uma notícia e outra vai causar o mesmo efeito no ar.
-Preste atenção ao chamar matérias externas, à fim de não trocar o nome dos repórteres ou pessoas. O mesmo em notícias com números, cuide para que eles não sejam trocados.
-Na locução a dois sempre é importante existir uma diferença no timbre de vozes. Isto vai dar mais ritmo e velocidade ao jornal. Deve-se observar ainda pôr parte dos locutores, a sincronia durante a leitura, para que um não atropele a locução do outro.
-Se cometer algum erro, substitua-o pôr palavras como: ou melhor, ou seja, imprima um leve sorriso nos lábios e continue. Não chame a atenção para o fato, pois o ouvinte de rádio na maioria das vezes, pôr estar somente ouvindo ou fazendo outras coisas ao mesmo tempo, não se apercebe de um erro como na televisão.

Para que, você que chegou agora, acompanhe nossas postagens anteriores aqui e não perca nenhum episódio.

Então é isso, até a próxima.

 

Rádio focada em notícias é a nova tendência?

Rádio focada em notícias é a nova tendência?

Rádio focada em notícias é a nova tendência?

Rádio focada em notícias é a nova tendência?

A rádio é um meio de comunicação muito popular no Brasil. Mas, ao contrário do que muita gente pensa, o maior destaque da plataforma não são os conteúdos de entretenimento. A rádio de notícias e prestação de serviços é uma nova tendência do mercado e tem impulsionado um número cada vez maior de emissoras.

Ouvir notícias pela rádio é um hábito da população brasileira, que gosta e está adaptada a essa maneira de se manter informado. Diferente de outros meios de comunicação, como a televisão ou o computador, a rádio oferece uma opção mais simples para os ouvintes, que consegue se adaptar à correria da rotina.

Um novo mercado

Novas mídias como a internet possibilitam a transmissão de notícias de maneira imediata. Entretanto, no Brasil ainda são aproximadamente 52 milhões de ouvintes assíduos de emissoras de rádio, seja de forma tradicional ou por meio de streaming.

No entanto, os radialistas não devem se acomodar aos números. O mercado de comunicação está em constante transformação. O digital está tomando cada vez mais espaço na vida do consumidor. Por isso, é papel das emissoras de rádio entender as necessidades do seu público e se adaptar aos novos meios, oferecendo diferentes formas de acesso ao conteúdo que transmitem.

Casos de sucesso

Embora muitas emissoras estejam se adaptando para virarem rádio de notícias, algumas redes já se destacavam no segmento. São inúmeros os casos de programações completas dedicadas à notícia que são sucesso total entre os ouvintes, conquistando a cada dia mais audiência. Confira!

CBN

A rádio CBN foi criada em outubro de 1991, sendo pioneira no modelo de “all news”. Sua programação é totalmente formada com conteúdo jornalístico, trazendo boletins constantes sobre as notícias do Brasil e do mundo. A emissora conta com aproximadamente 200 jornalistas e mantém parceria com redes internacionais, como a BBC.

Atualmente, a rádio CBN está presente nas principais cidades brasileiras, com quatro emissoras próprias e 30 afiliadas.

BandNews FM

No ar desde maio de 2005, a BandNews FM foi uma das primeiras redes brasileiras de emissoras de rádio a oferecer um conteúdo com jornalismo 24 horas no ar. Em sua programação, um novo jornal é transmitido a cada 20 minutos, oferecendo a opinião de apresentadores e de colunistas.

As transmissões alcançam as cidades de São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Manaus, Salvador, Curitiba, Fortaleza, João Pessoa, Vitória e Orlando nos Estados Unidos.

Nacional FM

A rádio nacional é uma emissora pública, pertencente à Empresa Brasil de Comunicação (EBC). O grupo foi fundado no Rio de Janeiro, no ano de 1930. Atualmente, a empresa se expandiu e conta com emissoras instaladas em Brasília (Nacional de Brasília), no Amazonas (Nacional da Amazônia) e no Rio de Janeiro (Nacional do Rio de Janeiro).

Apesar de inicialmente oferecer um conteúdo de variedades para os seus ouvintes, em 2017, a emissora decidiu apostar na transmissão de notícias. Hoje, a rede reformulou a sua programação e oferece uma grade conjunta de conteúdo jornalístico.

Como você pode perceber, a rádio de notícias foi e continua sendo uma grande tendência do mercado radiofônico. Sendo uma excelente aposta para quem ainda tem dúvidas sobre qual segmento seguir. Mas lembre-se: é essencial sempre contar com fontes de informação confiáveis antes de transmitir uma notícia.

 

FONTE: BRUNO FARIA – TELETRONIX

As 25 cidades mais violentas do Brasil em 2017

Saiba quais são as cidades mais violentas do Brasil, onde estão localizadas e quais os motivos que as colocam entre os locais mais perigosos do país.

cidades mais violentas do Brasil

A violência é um dos maiores problemas do nosso país. Segundo o mais recente estudo do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea) e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, entre as 25 cidades mais violentas do Brasil, 19 estão na parte Norte e Nordeste do país.

Isso explicaria, em partes, as rebeliões que causaram uma grande crise na segurança pública do Brasil no início de 2017. A pesquisa propõe que a crise na segurança é resultado da má administração dos governos ao lidar com tal cenário de violência.

É importante ressaltar que outros fatores somam à má gestão, como o precário sistema penitenciário do país, além de políticas pouco efetivas para melhorar o assunto.

As 25 cidades mais violentas do Brasil

Para chegar ao resultado de quais são as cidades mais violentas do Brasil, o índice Ipea analisa dois itens:

  • A taxa de homicídios do município;
  • O número de Mortes Violentas com Causa Indeterminada.

Na última análise, a cidade de Altamira, no Pará, chegou ao resultado 107. Ou seja, foram 107 mortes a cada 100 mil habitantes. E pelo número elevado, ela ficou em primeiro lugar na lista das cidades mais violentas do Brasil.

Em seguida aparece Lauro de Freitas, que fica na Bahia. Seu resultado foi de 97,7 mortes a cada 10 mil habitantes.

Veja a lista completa com as 25 cidades mais violetas o Brasil.

  1. Altamira – Pará – 107 homicídios a cada 100 mil habitantes
  2. Lauro de Freitas – Bahia – 97,7 homicídios a cada 100 mil habitantes
  3. Nossa Senhora do Socorro – Sergipe – 96,4 homicídios a cada 100 mil habitantes
  4. São José de Ribamar – Maranhão – 96,4 homicídios a cada 100 mil habitantes
  5. Simões Filho – Bahia – 92,3 homicídios a cada 100 mil habitantes
  6. Maracanaú – Ceará – 89,4 homicídios a cada 100 mil habitantes
  7. Teixeira e Freitas – Bahia – 88,1 homicídios a cada 100 mil habitantes
  8. Piraquara – Paraná – 87,1 homicídios a cada 100 mil habitantes
  9. Porto Seguro – Bahia – 86 homicídios a cada 100 mil habitantes
  10. Cabo de Santo Agostinho – Pernambuco – 85,3 homicídios a cada 100 mil habitantes
  11. Marabá – Pará – 82,4 homicídios a cada 100 mil habitantes
  12. Alvorada – Rio Grande do Sul – 80,4 homicídios a cada 100 mil habitantes
  13. Fortaleza – Ceará – 78,1 homicídios a cada 100 mil habitantes
  14. Barreiras – Bahia – 78 homicídios a cada 100 mil habitantes
  15. Camaçari – Bahia – 77,7 homicídios a cada 100 mil habitantes
  16. Marituba – Pará – 76,5 homicídios a cada 100 mil habitantes
  17. Almirante Tamandaré – Paraná – 76,2 homicídios a cada 100 mil habitantes
  18. Alagoinhas – Bahia – 75,7 homicídios a cada 100 mil habitantes
  19. Eunápolis – Bahia – 75,1 homicídios a cada 100 mil habitantes
  20. Novo Gama – Goiás – 75 homicídios a cada 100 mil habitantes
  21. Luziânia – Goiás – 74,7 homicídios a cada 100 mil habitantes
  22. Santa Rita – Paraíba – 74,1 homicídios a cada 100 mil habitantes
  23. São Luís – Maranhão – 73,9 homicídios a cada 100 mil habitantes
  24. Senador Canedo – Goiás – 73,7 homicídios a cada 100 mil habitantes
  25. Ananindeua – Pará – 70,2 homicídios a cada 100 mil habitantes

Violência em números

Quando comparamos os números das cidades mais violentas do Brasil com outros lugares de perigo, temos uma ideia do quanto, infelizmente, estamos na frente nesse quesito.

Segundo o relatório do Ipea, em 2015 foram 59.080 vítimas de homicídios no país, totalizando uma média de 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes.

Para se ter uma ideia, isso significa que, a cada três semanas, 3,4 mil pessoas foram mortas no país, somando um número bem maios do que as vítimas de ataques terroristas realizados ao redor do mundo no primeiro semestre de 2017.

Os motivos

Ate o fim da década de 90, o maior número de homicídios se concentrava em algumas poucas grandes metrópoles, em especial no eixo entre São Paulo e Rio de Janeiro, e em menor escala no Recife, Vitória e Belo Horizonte.

Alguns fenômenos foram apontados pelo relatório para explicar a mudança nas taxas:

  • O esgotamento do modelo de desenvolvimento econômico vigente, concentrado em poucas grandes metrópoles, que reorientou o fluxo de capitais e de mão de obra para novos locais, até então virgens em desenvolvimento;
  • A aprovação do Plano Nacional de Segurança Pública, junto com um Fundo de Segurança Pública, que contribuíram para melhorar as estruturas dos aparelhos de Segurança Pública dos estados mais violentos da época;
  • Ambos os fatores, potencializados pela guerra fiscal empreendida por diversos municípios para atrair investimentos, originaram a emergência de novos polos de desenvolvimento, que atraíram investimentos e fluxos populacionais, mas também criminalidade e violência, diante da virtual ausência das instituições do Estado, fundamentalmente as da Segurança Pública.

Fonte: https://hintigo.com.br/